terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Trecho da Semana #11

Postado por O Livreiro² às 13:48 5 comentários

"Viu aterrorizada o demônio infantil pegar seu braço direito e encostar lhe a faca no pulso."

 Diretamente da página 140 - Não Deixe O Sol Brilhar Em Mim.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Guerra das Salamandras #Resenha

Postado por O Livreiro² às 12:09 2 comentários

  A descoberta e capitalização de uma salamandra inteligente muda de vez à vida do Capitão Van Toch. Afinal, elas podem criar ilhas, diques, continentes, pedindo em troca míseros produtos bélicos, como por exemplo, a pistola submarina a shark-gun. 

 Até quando o homem se tornará o próprio demônio ? Porque colocar a moral acima do instinto? Ao redor dos séculos, o homem por mais que tente criar uma verdadeira humanidade, nunca consegue. Imagine diversas pessoas de status, cor e credo diferentes confinadas em um espaço, e  a “desgraçada infelicidade”que aconteceria.

 Uma eterna e suave crítica a todas as diferenças dos homens, capitalismo, socialismo, fascismo, credos, uma verdadeira paródia da história humana.
 O autor, Carel Kapek, foi o criador da palavra robô, que deriva da palavra eslava robota que significa trabalho forçado, ou trabalho penoso.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Promoção de Fevereiro

Postado por O Livreiro² às 14:00 9 comentários

Dois blogs se uniram para sortear 2 livros a um único ganhador! Uma pessoa irá levar para casa os livros "Julieta Imortal" e "A Batalha do Apocalipse", mais alguns mimos surpresas. 

Regrinhas:
Chances extras:

  • Seguir o twitter do O Livreiro - @Skoobeiros 
  • Seguir o twitter do Meu Jardim de Livros - @jardimdelivros
  • Divulgar no twitter a frase (1 vez por dia): "Vou ganhar 2 livros na promo do @jardimdelivros e @Skoobeiros ! Participe: http://bit.ly/zbwxhP :)"

 Boa sorte á todos.


As inscrições terminam no dia 17/02/2012. Boa sorte!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mercearia

Postado por Pedro_Almada às 17:06 1 comentários
  Vila pequena, era o que havia por entre aquelas bandas. Apenas uma praça, gente bem vestida, coisa de interior que só se vê em quadro pintado a óleo. Asfalto não havia, só rua cheia de pedra, tão parecida era com pé-de-moleque, que dava vontade de morder a cada passo. Poste, só se fosse lampião, mesmo porque eletricidade não se via por ali. Quando o sol ficava dourado, como naquele dia, dava pra assistir, de longe, o passeio que os pardais namoradeiros ensaiavam. Uns se faziam de difíceis, outros logo cediam espaço entre as asas.
O cheiro de café era coisa comum, histórias de dar medo em criança levada eram notórias e, vez ou outra, os mais velhos faziam aquela cessão de causos, só pra ter certeza de que molecada nenhuma iria esquecer das assombrações.
Além da boa gente, tinha casa acolhedora, simples, com janelas de madeira floreadas com cortinas tecidas pelas beatas que, vez ou outra, abandonavam as agulhas para se espetarem em suas próprias línguas. Entre uma casa amarela e outra não sei que cor, tinha uma mercearia. Só uma, onde se vendia de nada um pouco, de tudo muito.
    Na venda o homem servia a todos, mas se lhe pediam o que não tinha, tratava logo de falar “chispa” e já ficava carrancudo.
    Veio tão logo o menino, pequeno, ligeiro, inteligente como velho de muitas vidas, que, como qualquer um da sua idade, gostava de falar e ser respondido. Se não tinha a atenção desejada, logo insistia, até desistir de chatear. Naquele dia, porém, não foi de boa vontade, foi ordem da mãe, que fez o menino deslocar, de casa, até a mercearia.
    - Seu môço, me vê um pouco de simpatia, que é pra mãe faze o mingal.
    - Tem não – diz, carrancudo, o homem da mercearia – agora chispa que eu já vô fechá.
    -Seu môço, então me vê um cadim de alegria, que é pra mãe fazê compota.
    - Tem não. Agora chispa que eu tenho mais o que fazê.
    - Seu môço, vê então se tem um poquinho só de boa-fé, que é pra mãe fazê pão doce.
    O seu môço logo se impacientou.
    - Tem aqui não, diacho. Agora foge, se não chamo o delegado.
    - Ô, seu môço. Intão o que o senhor tem aí pra mãe cozê?
    - Só sobrô saudade, se ocê quisé...
    Menino faz cara de quem pensa muito, depois diz, sorrindo:
    - Quero não. Lá em casa ainda sobrô um cadim de esperança.
    - Ah! – logo sorri o dono da mercearia, já interessando no produto de seu intento – Esperança? Sinhora sua mãe num vende não?
    - Ah, não, seu môço. Esperança tem, mas cabô de acabá o restim da boa-vontade que tinha. Vô-me embora, pra num incomodá o seu delegado.
    E sai rindo o menino, endiabrado, da cara do moço que tinha de nada um pouco, de tudo muito.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Trecho da Semana #10

Postado por O Livreiro² às 15:37 6 comentários
 "Cresci no meio de livros, fazendo amigos invisíveis em páginas que se desfaziam em pó cujo cheiro ainda conservo nas mãos."

Diretamente do livro A Sombra do Vento - Pág. 7

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Reflexofobia - Parte II

Postado por Pedro_Almada às 09:13 4 comentários
   Andar não era a coisa mais inteligente a se fazer, já estava óbvio. Começou a correr. O medo era tão real quanto ele próprio, suas mãos apertaram a câmera digital que tinha e a lanterna, suas únicas armas. Correu pelo corredor da esquerda, enquanto fitava, alarmado, as janelas imensas. Vários vultos refletidos pelas vidraças. Não apenas um. Crianças. Todos eram crianças. Mas estavam lá. Victor, definitivamente, não estava sozinho. A solidão era bem tentadora naquele momento.
   Empurrou a porta da escada, sem olhar para trás. Na pressa acabou deixando sua lanterna cair, espatifando-se em vários pedaços. Victor não se deu ao trabalho de conferir o estrago, seus pés se lançaram nos degraus e se moveu rapidamente até o segundo andar. Apertou os dedos em volta da máquina digital, desejando sair de lá o mais rápido possível. “Uma foto”, murmurou, “Apenas uma”.
   Finalmente alcançou o patamar superior. Trêmulo, seu suor escorria por todo o corpo. Sentiu sua camisa encharcada, sua meia dentro do tênis estava úmida. Todo o seu corpo gemia de medo. Estava perto.
   Havia um outro corredor longo, que se dividia na metade do caminho para a esquerda. Ele respirou fundo. Começou a caminhar apressadamente. Ouvira passos. Não eram os dele. Ignorou completamente. O medo o havia sedado, mutilado sua capacidade de raciocinar. Tudo o que tinha em mente era chegar ao espelho, tirar uma foto, e partir. Para qualquer lugar.
  Chegou ao fim do corredor. Havia mais um. Ele não se lembrava de outro corredor. Continuou a caminhada. Virou a direita, e depois à esquerda. Por um momento achou que estivesse perdido, mas logo se localizou. Estava bem perto agora.
   No fim do corredor havia uma porta de madeira pintada de cinza, com uma dobradiça grande, obsoleta para a época.
   Victor aproximou-se vagarosamente. Toda a história da lenda urbana se passara em sua mente. A criança que morrera de frente ao espelho, amargurada, chorando até a desidratação do corpo. Dizem que, se olhar bem, é possível ver uma cortina espelhada no banheiro, formada pelas lágrimas da jovem.
    Victor nunca acreditara em nada do tipo. Mas, naquela noite, havia percebido que estivera redondamente errado, seu ceticismo o deixara vulnerável a uma situação como essa.
    A mente que tem medo pode prever o próximo passo. Mas a mente desprovida do medo, ao se deparar com uma situação de pânico, perde a noção da sua realidade, e é devorada pelo pavor, sem nenhuma misericórdia.
   O garoto avançou mais alguns passos. Estava de frente à porta. Havia uma placa amarela escrito “interditado”. Aquele banheiro não era usado há mais de vinte anos, quando a garota morrera. Muitos estiveram ali durante o dia, provando sua coragem. Mas a noite, não. Victor era o primeiro. Estava com calor. O suor não parava de ser despejado em seu corpo. Ele caminhou até uma das janelas e abriu-a. Uma leve brisa invadiu o corredor. Mas não havia luz alguma para entrar no recinto. Era apenas escuro. Apenas isso.
   Com a mão trêmula, forçou a porta. Ela se abriu com um rangido perturbador. Parecia o choro de uma criança. Victor sentiu os cabelos de sua nuca se eriçarem. Mas não parou. Com a porta aberta, fitou o banheiro abandonado.
   Vasos sanitários amarelados, uma porta de box quebrada, os azulejos, antes brancos, agora manchados de amarelo. Um cheiro forte de urina e fezes rodopiava no ar, dando ao ambiente a pior sensação que Victor já experimentara. Na parede do canto, tudo o que precisava.
   Um espelho oval, uma moldura de madeira, rachaduras leves. Victor engoliu em seco, encarando o próprio reflexo. Seu maxilar simplesmente não conseguia parar de tremer, seus dentes batiam um no outro, sentindo um frio súbito e arrebatador consumir cada centímetro do seu corpo, paralisar os seus músculos acovardados.
   Ligou a máquina digital, ativou o flash e, apontando para o espelho, disparou. A luz ricocheteou as paredes, iluminando o banheiro como um relâmpago. Victor não notara um rosto estranho ser iluminado, logo atrás dele.
   Tirou uma foto, depois outra. Estava começando a esquecer o medo, quando sentiu uma gota acertar o seu nariz.
   Ele estremeceu, passou a manga da camisa no nariz e olhou para cima. Uma outra gota começara a se formar. E depois outra.
   As gotas começaram a brotar do teto, como... Lágrimas.
   Uma caiu em seu olho. Victor esfregou fervorosamente com a mão, sentindo o pânico dominá-lo outra vez.
   Fitou o espelho. Havia uma mão. Do “lado de dentro”. O vidro estava embaçado por uma névoa que não notara chegar. A palma de uma pequena mãozinha pálida estava apoiada no lado de dentro do espelho. Victor se virou. Não havia ninguém, apenas o reflexo.
  Mais gotas caíram.
   Victor sentiu medo, mas naquele momento ele sabia. Não adiantava correr. Estavam vigiando as portas, certificando-se de que ele não sairia dali. Nunca mais.
   Ele fitou o próprio reflexo. Mas o que via não coincidia com a realidade.
   Seu rosto estava pálido, como um cadáver, uma linha de sangue escuro escorria de seus olhos. Sua boca aberta dava espaço para moscas escaparem.
    A porta rangeu, fechando-se, fazendo o ruído do choro.
    Victor deixou a máquina cair. Fechou os olhos e esperou. Estaria morto em questão de segundos


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    Do lado de fora, os amigos ouviram o grito do amigo, um grito de pavor e pânico. Victor não voltaria com a prova de sua coragem.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Reflexofobia - Parte I

Postado por Pedro_Almada às 15:11 7 comentários
         A noite veio arrebatadora, afastando a luz da pequena cidade de Verdanna, em algum lugar no mapa que não faria diferença ser contado.
          Mas não era uma noite qualquer. Parecia mais negra do que todo o resto, como se nenhuma outra expectativa existisse abaixo do firmamento. As constelações se recusaram a iluminar os passos dos andarilhos noturnos. Todos estavam à mercê da grande treva que engolia a cidade.
          Mas, entre numerosos lugares para se viver naquela cidade, qualquer um seria seguro. Exceto... um.
          A escola de Verdanna era uma bela construção de época vitoriana, com duas torres nas extremidades, corredores, salas espalhadas. Uma construção de tijolos avermelhados erguido no fim de uma estrada de terra, onde todos os jovens da cidade freqüentavam. Os corredores eram largos, com janelas espaçosas e portas de madeira de se abriam com um rangido curioso. A entrada era um muro de concreto bem seguro, um portão de barras de ferro escuras e grossas, com adornos de querubins feitos de metal. Havia um pátio a céu aberto, com mesas de madeira uma fonte no centro, uma garotinha de pedra com um guarda-chuva.
          Mas o colégio de Verdanna não se resumia apenas a construções.
          As paredes respiravam.
          De dia, um lugar tranquilo e ideal para se estudar. À noite, o domínio de presenças desconhecidas, donos misteriosos de passos sorrateiros que vagavam pelas escadas e abriam portas sem nenhuma explicação. As janelas viviam fechadas. Diziam que, quem quer que perambule por lá a noite, não gosta da brisa noturna.
          Como toda lenda urbana, existem os céticos. Mentes que não confiam em nada que não vejam, mentes ignorantes ao medo.
          Do lado de fora, quatro garotos, cerca de dezesseis anos cada um, esperavam, apreensivos. Esperavam por alguém.
          - Ele já entrou faz algum tempo – murmurou o mais alto do grupo.
          - Aposta é aposta, pessoal – falou um deles em defesa própria.
          - É loucura...
          Um dos garotos não parecia disposto a falar. Estava distraído, seus olhos fixos na construção imponente. Havia uma leve camada de névoa cobrindo o pátio, rodopiando e subindo vagarosamente, cobrindo o segundo andar.
          - Ela sabe que o Victor entrou – murmurou o garoto.
          Os olhos dos outros três acompanharam o amigo, assistindo a névoa crescente.
          Isso é névoa? – perguntou um deles.
         - Não – o outro disse com voz trêmula – a casa está com frio. Victor deixou uma janela aberta.
           
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          O corredor principal que dava direto à entrada se dividia logo mais a frente, para a esquerda e direita. As primeiras portas eram a diretoria, secretaria, tesouraria e outras “ias” que faziam da escola um instituto de ensino. Mas, naquele momento, Victor não se importava com termos acadêmicos Estava mais preocupado em encontrar o espelho, tirar uma foto e dar o fora.
          Sua testa estava úmida. Um suor frio começou a atravessar os poros de sua pele. Os cabelos, úmidos, começaram a gotejar. Victor levou a manga da camisa à testa, enxugando o suor. Estranhamente, sentia um calor sem nenhuma origem, como se as portas entreabertas fossem gargantas que baforejavam um hálito quente e apavorante em sua presa. Em Victor.
          Seus passos se demoraram no corredor principal, atento aos movimentos. No instante em que colocara os pés ali, sabia que não era bem-vindo. Alguém ali o queria longe. Mas precisava pagar a aposta. Seria rápido, sem demora.
          - Com licença... – Victor valou num sussurro – sinto muito incomodar... Eu só quero tirar uma foto do espelho.
          Ele esperou por uma resposta. Suspirou, sentindo-se um idiota. Conversar sozinho era o início da beira à loucura. Continuou caminhando, sentindo a tensão passar por todo o seu corpo.
          Seu tênis fazia um leve “inhec” a cada passo, seus olhos atentos fitavam todas as portas. Sentiu o medo dominando-o, tornando-o submisso aos sentimentos de pavor. Mas já estava ali, não podia voltar, ou seria motivo de chacota. Como se isso fosse mais importante do que continuar vivendo.
          Chegou ao fim do corredor principal. A cada passo suas opções diminuíam, e sua única alternativa era continuar.
          Victor lançou um último olhar à porta de entrada. Seus olhos ficaram vidrados por um momento.
        Havia alguém do outro lado. Um vulto era claramente visível pelo vidro opaco. As luzes fracas do poste do pátio mostravam que alguém, provavelmente uma criança, esperava do lado de fora. Esperava. Ou vigiava. Era difícil entender.
          Victor chacoalhou a cabeça. Era fruto de sua imaginação. Seus olhos pousaram novamente na porta.
        Não. Não era sua imaginação. A figura ainda estava lá. Então ela se moveu. Uma mão tocou o vidro. Victor podia ver claramente a palma da mão rosada.
        Se não era imaginação, iria fingir que não estava vendo nada.
        Virou as costas, ignorando a porta de entrada e a estranha figura. Tomou o corredor da esquerda, caminhando silenciosamente, engolindo em seco. Havia alguém respirando. Não era ele. Correu até o corredor principal e lançou um rápido olhar novamente à porta de entrada. Ela ainda estava lá.
          Então havia mais de um dentro da escola.


Continua...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

The Serpent's Shadow #Lançamento

Postado por O Livreiro² às 20:17 0 comentários
  Olá, principalmente para os apreciadores do trabalho do famoso autor da série Percy Jackson, Rick Riordan, venho divulgar a notícia e a capa do novo livro do autor, a continuação e terceiro livro de As Crônicas dos Kane. Agora só nos resta esperar até o lançamento desse livro que, aliás, promete ser fantástico.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O Monstrologista #Resenha

Postado por O Livreiro² às 12:21 6 comentários
  Will Henry, um garoto de doze anos que perdeu seus pais em um incêndio, passa a viver desde então com Pellinore Warthrop, um dos maiores monstrologistas do mundo, para quem seu pai trabalhava. Will Henry se torna, após o incêndio, um verdadeiro escravo de Pellinore.
  Em uma madrugada, um ladrão de túmulos toca a campainha da casa de Pellinore com uma entrega no mínimo aterrorizante, um pacote com uma bela moça já morta, servindo de alimento a um inesperado Anthropophagi morto, um ser carnívoro com dois metros de altura e uma força tremenda. Então começa uma caçada, um massacre, começa a verdadeira aventura.
  
  O Monstrologista é um dos melhores livros que já li, um terror leve, mas que deixa suas horríveis descrições perdurando em sua cabeça. Sou obrigado a elogiar o ótimo trabalho que a editora Farol fez qui, com várias ilustrações de aparelhos cirúrgicos enfeitando as páginas. E também tenho de elogiar a ótima pesquisa que o autor, Rick Yancey, fez. Os Anthropophagis são citados em livros e diários de Shakespeare e Plínio. 
  
  “Sim, meu filho querido, monstros existem. Por acaso há um pendurado em meu porão.” 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Promoção de Boas Festas #Resultado

Postado por O Livreiro² às 20:06 1 comentários


Oi gente! Vamos conferir o resultado?




Parabéns, Stephania!
Você será avisada pelo Twitter e terá 3 dias para responder nosso contato, ok?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O Monstrologista #Trecho da Semana

Postado por O Livreiro² às 12:01 0 comentários
" As evidências produzem a teoria, e a teoria evolui à medida que surgem novas evidências.”

O Monstrologista - Diretamente da página 240

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A Esperança #Resenha

Postado por O Livreiro² às 10:22 0 comentários
Esta resenha pode conter spoilers para quem não leu o livro Jogos Vorazes e Em Chamas.

  A regra é que toda história deve ter um final feliz, mas toda regra tem uma exceção, foi este o pensamento que tive quando comecei a ler o livro.
  Neste livro Katniss tem de fazer suas maiores escolhas.
 Voltamos a tudo que faz parte dessa imensa aventura, carnificina, sangue, medos, intrigas e ideais.
  


  Agora Katniss está no Distrito 13, distrito que a pouco julgava “morto”, mas será que Katniss não continua sendo usada como um peão num jogo de xadrez, uma simples e descartável peça?
 A arena não faz mais parte dos Jogos Vorazes, a arena virou toda a Panem, todos correm perigo, uma guerra tende a começar.
  Um livro distópico e totalmente chocante, cheio de revira-voltas e com direito a tudo que uma boa saga pode oferecer aos seus fiéis leitores.
 Uma bela e tocante aventura em busca dos ideais, uma aventura que pode ou não terminar com um final feliz, uma aventura regada a sangue.



 

Confins da Leitura Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos